E quando o fogo da paixão, incendiado pelo amor, te esbraseia a alma? Podes resistir? E se resistes não é para te incenerar? E depois ressurgir qual fénix das suas próprias cinzas. E para quê? Para voltares a arder de novo outra vez, e outra vez ainda...
Todos precisamos de arder!
Outra vez!
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Politicamente incorrecto
Não, esta pobre velhinha não está a fazer aquele gesto obsceno. Apenas responde a quem lhe perguntou se ela conhecia o Coelho! Ela diz que é o PRIMEIRO e que usava o machado...
Mas podem ler um alusivo poema aqui
Dias que choram
A Ninna Lollitta escreveu um excelente texto no seu blog (aqui) que me inspirou a escrever um poema. Mas como foi assim repentinamente, o poema saiu com algumas gralhas e por isso estou a postá-lo aqui.
Obrigado Lollitta!
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Obrigado Lollitta!
Hoje chove
E a água entra
Pelas frestas da alma
Que tenta
Parar o que se move
Enquanto pode
E esta calma
O tempo está cinzento
E eu bem que tento
Que a chuva não caia
E sopra o vento
Afasta tudo no mesmo rol
E brilha o sol
E tu não estás
E rio
E faz tanto frio
Oh se faz...
(Não vás...)
E a água entra
Pelas frestas da alma
Que tenta
Parar o que se move
Enquanto pode
E esta calma
O tempo está cinzento
E eu bem que tento
Que a chuva não caia
E sopra o vento
Afasta tudo no mesmo rol
E brilha o sol
E tu não estás
E rio
E faz tanto frio
Oh se faz...
(Não vás...)
O Espelho
Dizem que partir um espelho dá sete anos de azar... É só superstição e esta não é mais do que um esforço de dar sentido ao caos. O caos que se intromete nas nossas vidas, naquilo que pensamos controlar nas nossas vidas. Mas o controlo não passa de uma ilusão, como o nosso reflexo no espelho. Tudo o que nos resta é rir. Porque mais vale levar a vida a rir, do que a vida a rir-se de nós. E chorar é o que fazemos nos intervalos...
Distância
E você continua indo embora,
e eu continuo ficando,
vendo você levar partes de mim
que antes eu nem sentia falta.
(Caio Fernando Abreu)
[Com base neste mote, seguiu o poema abaixo]
Deixa lá, que as partes que levo,
São pra guardar num recanto.
Pedaços de ti que delicadamente pego,
Galeria de memórias do meu encanto.
E quando a memória acabar,
Um pedaço de ti e de mim,
Há-de ficar assim,
Em algum lugar!
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(Caio Fernando Abreu)
[Com base neste mote, seguiu o poema abaixo]
Deixa lá, que as partes que levo,
São pra guardar num recanto.
Pedaços de ti que delicadamente pego,
Galeria de memórias do meu encanto.
E quando a memória acabar,
Um pedaço de ti e de mim,
Há-de ficar assim,
Em algum lugar!
Sobre mudança...
Peculariedades...
— Ó Fialho, donde raios te vem o nome?
— Dos meus antepessados, querias que viesse de
onde?
— Mas o que quereriam eles dizer com o nome Fialho?
— Como asssim?
— Queriam dizer “Filho” ou queriam dizer “Alho”?
— Que raio de conversa!
— Se calhar queriam dizer “Filho do Alho” e depois
ficou Fialho…
— Querem lá ver a conversa a começar a cheirar mal!
— É do alho…
Pariu mais um!
Sim saiu mais um livro! Este é daqueles para a gente dar umas boas gargalhadas. Aproveitem que isto não está para brincadeiras!
Podem descarregar livremente a versão em PDF. Para o livro físico, vão aqui p.f.
Se quiserem comprar o livro físico com bitcoins, é melhor contactarem-me! Desçam até ao fundo da página onde encontram a secção 'DONO', aí vão ao até ao meu perfil e procurem a ligação 'email'. Quando arranjar uma forma mais simples eu digo.
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